Um designer não precisa ouvir “iluminação cinematográfica, lente de 85 mm, f/1.8”. Ele precisa saber que é uma promoção desta semana, para clientes recorrentes, e que agendamentos importam mais do que curtidas. Com uma IA que conhece a sua marca, vale o mesmo: o briefing diz o que fazer, e o resto vem da identidade que já está cadastrada.
Diga para que serve
Escreva o objetivo, a oferta e o formato. Mencione um produto ou uma pessoa, se isso importar. Deixe o estilo de fora: o seu Brand Kit já cobre isso, e repetir cores e clima em cada pedido só abre espaço para contradições.
Crie um post para a promoção de corte masculino desta semana. R$ 69, de segunda a quinta.
Essa única frase basta. O ImageGo escolhe a foto, o layout, a tipografia e o tom a partir do seu Brand DNA.
Três perguntas antes de escrever
- O que é? Uma promoção, um lançamento, um aviso de horário, uma dica.
- Para quem? Clientes de sempre, quem ainda não conhece você, a equipe.
- Por que agora? O prazo, a data, o motivo que faz esse conteúdo valer esta semana.
Se você responde às três em uma frase, o briefing está pronto. Se não consegue, o problema ainda não é de imagem: é de decisão, e vale resolvê-lo antes de pedir qualquer coisa.
O que vale acrescentar
Se existe uma restrição de verdade (um prazo, um preço, um público), diga. E, se algo precisar mudar depois, descreva a mudança do jeito que falaria com uma pessoa: “preço maior, logo no topo”. Não é preciso reescrever o pedido inteiro a cada ajuste.
Briefar bem é uma habilidade de quem pede, não de quem escreve prompts. Quanto menos você precisa explicar o estilo, mais sobra para explicar o objetivo.
